domingo, 11 de dezembro de 2011

NY - o quarto dia

O quarto dia acho que foi o mais legal. Logo cedo, fui à Times Square para assistir à Parada de Thankgiving da Macy's. Esperei por meia hora até passar o primeiro balão. Infelizmente vi pouca coisa do desfile, pois às 10h deveria estar no hotel para sair com o grupo rumo à Estátua da Liberdade. Chegando ao hotel, descobri que haveria um atraso grande para a saída, então eu e minha sogra decidimos sair sozinhas. Pegamos um táxi e fomos para o Battery Park, de onde saem as balsas para a ilha da Estátua. No caminho pelo rio, tem-se uma vista linda de Mahattan, daquelas bem clássicas do 11 de setembro, só que sem as torres agora. Descemos na ilha e ficamos lá por mais de uma hora. Muito legal! Batemos várias fotos da Estátua, da cidade, da ilha, das gaivotas, de tudo. Na própria ilha tem um restaurante, uma lojinha, bem interessante para quem quer ficar mais tempo lá. Continuando o passeio, a balsa vai rumo à Ellis Island, que é bem perto também. Nem descemos da balsa não, devido ao cansaço, mas batemos algumas fotos, pois é um lugar bem bonito também.
De volta à Manhattan, saimos andando até a ponte do Brooklyn, passando perto da Wall Street. Chegando à ponte só bati uma foto dela, da próxima vez eu a atravesso, e pegamos um táxi rumo ao Village. Pedi ao taxista para nos levar para a Washington Square e, no meio do caminho, descobri que ele estava nos levando para a Union Square. Nenhum taxista é americano e o inglês deles é péssimo. Demos uma "voltinha a mais", mas chegamos à praça certa. A Washington Square é muito bonita, como todas as praças de lá, e nela você encontra uma espécie de Arco do Triunfo, que sempre aparecia na série Friends. Saímos da praça rumo à esquina da Bedford com a Grove, no West Village, local onde fica o prédio em que moravam os amigos de Friends. Liga não. Fã é assim mesmo. Nesse dia quem sofreu com as andanças foi minha sogra, mas pelo menos ela gostou do bairro, bem boêmio e cheio daquelas escadinhas externas de incêndio.
Saindo do Village, pegamos um táxi para ir até a ONU. Maior decepção. Tudo fechado, nenhuma bandeirinha sequer do lado de fora. Tudo bem que era feriado, mas o prédio é das Nações Unidas e não dos Estados Unidos. Fazer o quê, né? Mas valeu. Chegamos exaustas ao hotel, mas, com certeza, fomos bater perna à noite. 

Manhattan ao fundo


 Ellis Island
 Ponte do Brooklyn
 Washington Square Park
 Prédio do Friends
ONU

sábado, 10 de dezembro de 2011

NY - o terceiro dia

O terceiro dia em NY não foi em Manhattan. Bem logo cedo, fomos tomar café no McDonald's. Isso mesmo, café no McDonald's, com direito à internet. :) 
Voltamos ao hotel e esperamos a saída do nosso grupo rumo ao Woodbury Common Premium Outlet, que fica bem longe da cidade. Lá é como um shopping center a céu aberto. Várias casinhas, acho que mais de 200, cada uma é uma loja diferente. Quando você chega lá, você deve ir à Praça de Alimentação pegar um carnê cheio de cupons de desconto. Cada loja tem uma promoção diferente. Umas valem muito a pena. Por exemplo, na loja da Reebok, eu paguei por um par de tênis e levei o outro de graça, mesma coisa aconteceu com um gorrinho. Muito legal mesmo. Até eu, que não sou consumista, comprei muito.
Aviso: se você é consumista, não vá a Nova Iorque. Você voltará pobre!
Ficamos lá o dia inteiro. Embora tenha sido legal, para quem gosta de passeios, é um dia perdido.

sábado, 3 de dezembro de 2011

NY - o segundo dia

Todos os dias em NY colocamos o celular para despertar, pois não queríamos perder tempo dormindo. Na terça-feira, acordamos às 8h e fomos procurar um lugar para tomar café, que estava na lista onde constava wi-fi grátis. O wi-fi pode até ser grátis, mas o lugar não existe... Quebramos a cara e acabamos tomando café em outro lugar. Os folheados lá são muito bons, porém tudo lá é muito grande. O café pequeno, por exemplo, vem num copo de 290ml. Café pro dia inteiro, né?
Fomos andando e andando e batendo fotos. Não tem como não bater fotos. É tudo muito bonito. Na parte da manhã, fomos ao Rockefeller Center, vimos a St. Patrick's Cathedral (que é linda demais), a pista de patinação, a famosa árvore de Natal (sem graça) e uma loja da Lego (fantástica) que tem ao lado da pista de patinação. No meio do caminho encontramos o grupo de Barbacena que foi pra lá conosco e decidimos subir ao Top of the Rock, um prédio do Rockefeller Center que tem um observatório. Estava eu lá, tremendo por dentro, sabendo que enfrentaria um tempo considerável de elevador para uma pessoa que odeia o mesmo. Mas quando se está em grupo, a euforia te faz enfrentar as coisas. Ainda bem! Pois o elevador é extremamente rápido e confortável e a vista da cidade é indescritível. Pena que o dia estava feio, mas mesmo assim, é espetacular.
Saindo de lá, nos separamos novamente do grupo e fomos rumando para o Central Park. No meio do caminho, quase desmaiando de fome, fomos para o Museu de História Natural (American Museum of Natural History). Chegamos lá destruídas e com fome e ainda tivemos que enfrentar uma grande fila para pegar o ingresso. Mas valeu a pena. Entramos, almoçamos pizza (haha) e fomos visitar o museu. Só parei de bater foto quando a bateria da minha câmera acabou. Quatro andares de museu muito bons. Recomendo totalmente. Quando saímos do museu, estava chovendo muito e demoramos a conseguir um táxi. Pegamos um taxista mal humorado, que nos deixou meio longe do hotel e foi mal educado. 
À noite, descobri um McDonald's ao lado do hotel que me forneceu o que eu mais queria: internet grátis. ;)

 Rockefeller Center
 Top of the Rock
Chrysler Building visto do Top of the Rock

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

NY - o primeiro dia

Estando no aeroporto JFK, bastava passar pela imigração e pegar a mala. A parte da imigração até que foi tranquila e, só então, pude me sentir realmente em NY. Saindo do aeroporto, fizemos um City Tour de ônibus pela cidade, passando por diversos pontos turísticos como Central Park (incluindo o prédio onde John Lennon morava e Strawberry Fields), Flatiron Building e lugares que aparecem em filmes como Plaza Hotel (Esqueceram de mim 2), Roosevelt Tram (Homem-Aranha) e tantos outros. Passamos também pelo Battery Park, que tem uma vista legal da Estátua da Liberdade e o Pier 17, que tem uma vista linda para a Brooklyn Bridge. Depois passamos perto de onde ficavam as Torres Gêmeas, Wall Street e fomos para o hotel. 
Chegando ao Milford Hotel, deixamos as malas e fomos almoçar no Carmines. Só depois do almoço pudemos fazer o check in no hotel e então nos sentirmos livres para conhecer Manhattan. A localização do Milford é ótima, pois fica ao lado da Times Square e no distrito dos teatros.
O primeiro dia foi só passeio para conhecer a cidade e nos ambientar com a vizinhança. Foi um dia extremamente longo. A noite dura muito, pois logo às 17h já está escurecendo. Estava frio e ventava bastante. Mas nada muito ruim para uma barbacenense.
Voltando tarde para o hotel, ainda parei para experimentar um pretzel. :)


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

NY - a jornada de ida

No dia 20 de novembro viajei para New York (nunca sei a maneira de se escrever em Português). Meu plano era fazer tipo um diário de bordo e escrever todos os dias aqui para contar como estava sendo, mas esbarrei nas barreiras chamadas wi-fi e tempo. Portanto, vou tentar contar um pouco da viagem agora que cheguei.

A maratona foi loooooonga para chegar a Manhattan. No meu caso, começou no sábado, quando caiu a ficha de que eu iria para um lugar longe, com pessoas que mal conhecia e passaria por uma longa viagem de avião. Não consegui ficar sossegada e, como sou muito ansiosa, já estava até passando mal. A arrumação de mala fez o tempo passar mais rápido e, no domingo, rapidamente o horário do ônibus chegou.

Peguei o ônibus às 13h30min, foi quando conheci as pessoas que viajariam comigo. Só que tirando minha sogra, que era minha companhia para a viagem, eu ainda conhecia duas pessoas que foram tirar o visto comigo e uma quase ex-aluna que conhecia de vista.

Fomos de ônibus até o Rio de Janeiro, com uma breve parada para lanche e banheiro em Três Rios. Chegamos cedo no Rio, pois algumas pessoas pegariam um voo antes do nosso. Ficamos mais ou menos de 19h até as 23h praticamente esperando para embarcar. Meio cansativo e angustiante para uma pessoa tão ansiosa quanto eu.

Depois de embarcar, confirmei que o avião tinha aquele espaço "bom" para as pernas, não tinha telinha individual e que eu ainda iria sentada no meio, sem ter como ver nada lá fora. Não é à toa que a American Airlines está falindo. Quando o avião decolou, bateu aquele medinho, aquele claustrofobia básica, mas logo passou. O voo de ida foi bom e, ao pousar, ouvi uma das melhores coisa que poderia ouvir esse ano: "Welcome to New York".

Eu e minha sogra na longa espera pelo voo AA 974 no Aeroporto Tom Jobim